Quanto custa um site em Portugal em 2026? Preços reais

Quanto custa um site para empresa em Portugal em 2026? Os preços reais, o que deve estar incluído e como reconhecer orçamentos baratos de mais.

Quanto custa um site em Portugal em 2026? Preços reais

"Quanto custa um site?" é a primeira pergunta de quase toda a gente que me contacta. E é uma pergunta justa. O problema é que a resposta da maioria das agências costuma ser "depende" seguido de silêncio até à reunião. Eu prefiro fazer ao contrário: dizer-te já em que é que o preço varia, mostrar os intervalos reais e deixar os meus escalões à vista, sem letras pequeninas.

Sou o Nuno Mansilhas. Faço web, IA e automação para PMEs, a partir de Vila Nova de Famalicão, para todo o Norte de Portugal — Braga, Guimarães, Porto, Barcelos, Santo Tirso, Vila do Conde, Póvoa de Varzim, Viana do Castelo e Trofa. Este guia é para ti se estás a decidir mandar fazer um site e queres perceber o que é um preço justo antes de pedir orçamentos.

O que faz variar o preço de um site

Dois sites podem custar valores muito diferentes e os dois fazerem sentido. A diferença não é "qualidade" no abstrato — é o que está lá dentro. Estes são os fatores que realmente movem a agulha:

  • Número de páginas e complexidade. Uma landing page de uma só página não é o mesmo trabalho que um site institucional com dez secções, área de serviços, blog e formulários.
  • E-commerce. Vender online traz catálogo de produtos, carrinho, pagamentos, gestão de stock e faturação. É outro nível de trabalho e de manutenção.
  • Funcionalidades de IA. Pesquisa inteligente, recomendações, geração de descrições de produtos, atendimento automático — tudo isto acrescenta valor, mas também tempo de desenvolvimento.
  • Conteúdos. Se já tens textos e fotos, poupas. Se for preciso escrever os textos e tratar imagens, é trabalho extra (e dos que mais pesam no resultado final).
  • SEO local e velocidade. Um site que aparece no Google de Famalicão ou do Porto e que carrega depressa não acontece por acaso. Exige estrutura, otimização e atenção aos detalhes técnicos.

Quando alguém te dá um preço sem perguntar nada disto, desconfia. Um orçamento honesto começa por perceber o que precisas, não por atirar um número.

Quanto custa um site em 2026: escalões reais

Vamos aos números a sério. A maioria das agências esconde os preços; eu mostro os meus. É a forma mais simples de respeitar o teu tempo e o meu. Estes são os escalões reais para uma PME, com alojamento e manutenção já incluídos:

  • Site essencial / landing one-page — desde 390€. Ideal para começar, validar uma ideia ou ter presença online com qualidade.
  • Site profissional / PME multipágina — desde 990€. Para empresas que precisam de várias páginas, serviços, blog e uma presença sólida.
  • Loja online (e-commerce) e produtos com IA — desde 1500€. Para vender online, com funcionalidades inteligentes quando fazem sentido.

Abaixo destes valores, raramente se encontra um site feito à mão, otimizado e com acompanhamento. O importante é que o preço bata certo com o que recebes. Podes ver os detalhes em preços dos serviços e a lista completa do que faço em serviços.

O que DEVE estar incluído (e muita gente esquece)

Um site não acaba no dia em que fica online. Por isso, mais importante do que o número, é o que vem com ele. No mínimo, um orçamento sério deve incluir:

  • Alojamento. O site tem de viver algures. Se não estiver incluído, é um custo recorrente que aparece depois.
  • Manutenção. Atualizações, segurança e pequenas alterações. Um site abandonado degrada-se e fica vulnerável.
  • SEO local. De pouco serve um site bonito se ninguém da tua zona o encontra. Aparecer nas pesquisas de Braga, Guimarães ou Porto faz parte do trabalho.
  • Otimização de velocidade. Sites lentos perdem clientes e perdem posições no Google. A velocidade não é luxo, é base.

Nos meus projetos, o alojamento e a manutenção já vão incluídos, e o foco está sempre em SEO local e velocidade. Não é um extra que apareço a cobrar mais tarde — faz parte de entregar um site que funciona.

Sinais de orçamentos baratos de mais

Um preço muito baixo pode sair caro. Estes são os sinais que costumam esconder problemas:

  • "Está feito por uns trocos." Normalmente é um template genérico, sem otimização, igual a centenas de outros.
  • Alojamento e manutenção não incluídos. O preço inicial é só a entrada; o resto vem depois, fatura a fatura.
  • Sem SEO nem velocidade. O site existe, mas ninguém o encontra e quem entra desiste à espera que carregue.
  • Sem ninguém a quem ligar. Se algo correr mal daqui a seis meses, ficas sozinho.
Um site barato que ninguém encontra é mais caro do que um site justo que te traz clientes.

E se não for um site, mas dados?

Nem todos os projetos são sites. Às vezes o que dá vantagem a uma empresa é a informação certa, à hora certa. Faço scrapers e recolha automática de dados em três níveis: 290€ (com email digest), 590€ (com CRM) e 990€ (com CRM + IA), com manutenção opcional desde 39€/mês (mínimo 3 meses).

Um exemplo real é o Martelo, um sistema que monitoriza leilões eletrónicos, judiciais e fiscais em Portugal em tempo real e envia alertas. Podes ver o caso de estudo do Martelo e outros projetos em casos.

Então, quanto vais pagar por um site?

Para a maioria das PMEs do Norte, um bom site fica entre os 390€ e os 1500€, conforme o que precisas. Não há truques: o preço reflete o número de páginas, se vendes online, se queres IA e quanto conteúdo é preciso criar. O que não deves aceitar é pagar por um site que ninguém encontra, que carrega devagar e que te deixa sozinho no dia seguinte.

Se queres saber quanto custa um site para o teu caso, sem compromisso e sem reuniões de venda intermináveis, fala comigo. Dou-te um orçamento transparente, explico o porquê de cada euro e dizemos os dois se faz sentido avançar. Pede o teu orçamento aqui — respondo a sério, com preços a sério.

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